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Câncer de intestino: o que é e como prevenir


Câncer de intestino: o que é e como prevenir

O câncer de intestino abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto. É conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. É a terceira neoplasia maligna mais frequente no mundo.

Pode causar sintomas apenas em estágios mais avançados, daí a importância do diagnóstico precoce numa fase inicial do tumor e, assim, possibilitar maior chance de tratamento e cura.

Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são: sangramento nas fezes, massa(tumoração) abdominal, dor abdominal, perda de peso e anemia e mudança de hábito intestinal.

Os principais fatores de risco para o câncer colorretal incluem consumo excessivo de bebida alcoólica, ingestão de gordura animal, tabagismo e falta de exercício físico.

A manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física, assim como a alimentação saudável são fundamentais para a prevenção do câncer de intestino.

Uma alimentação saudável é composta, principalmente, por alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Esse padrão de alimentação é rico em fibras e, além de promover o bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal.

Manter o peso dentro dos limites recomendados e fazer atividade física, movimentando-se diariamente ou na maior parte da semana, são fatores importantes para a prevenção deste tipo de câncer.

Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável. Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.

Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC).

Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado. É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos.

Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.

A Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer do cólon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes.

Os casos positivos neste exame deverão fazer uma cólonoscopia, onde o médico visualizará a parte interna do intestino buscando o câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer.

Referência: Instituto Nacional do Câncer, 2018. FRANCISCO CESAR FURTADO CRM/SP 79804




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